What do teachers need to know about neuroscience?

Autor: TOMAS MICHAEL SC

Completo

Perspective

Vol. 27(3):251-257, December 2024 – March 2025

i-ISSN 0123-7047 e-ISSN 2382-4603

https://doi.org/10.29375/01237047.5392

 

What do teachers need to know about neuroscience?

¿Qué necesitan saber los profesores sobre neurociencia?

O que os professores precisam saber sobre neurociência?

 

Michael S. C. Thomas

m.thomas@bbk.ac.uk

Centre for Educational Neuroscience, Birkbeck University of London.

London, United Kingdom.

https://orcid.org/0000-0002-8231-6011

https://ror.org/02mb95055

ARTICLE INFORMATION:

Article received: December 16, 2024

Article accepted: March 18, 2025

DOI: https://doi.org/10.29375/01237047.5392

How to reference. Thomas MSC. What do teachers need to know about neuroscience? MedUNAB [Internet]. 2024;27(3):251-257. doi: https://doi.org/10.29375/01237047.5392

Author Contributions

Conceptualization, writing – original draft, writing - review & editing.

ABSTRACT

This article describes the key premise behind the field of educational neuroscience. It explores how the interface of neuroscience and education may be navigated. Considering the brain as the basis of learning introduces a wider, more holistic conception tan that conveyed by a focus on memory and cognition, one that draws attention to the physical, emotional, and social context of learning. I outline some key principles of how the brain works and how these link to principles of teaching. However, educational neuroscience should not be viewed as an attempt to reduce education to the individual or to biology; the individual child is nested within the context of the school, family, society, and culture. Educational neuroscience is part of the science of learning and an evidence-informed approach to education. I argue the evidence-informed approach may require some rethinking of national structures and the relationship between government, schools, and universities. In this context, educational neuroscience is part of the ‘research and development’ wing of education, involved in generating new insights and innovation. An example is outlined from a Project using neuroscience principles to design a new classroom activity to support the learning of counterintuitive concepts in science and mathematics in primary age children. I conclude by proposing the level at which teachers should engage with neuroscience to best inform their practice.

Keywords:

Brain; Cognition; Learning; Children; Education

RESUMEN

Introducción. Este artículo describe la premisa clave que subyace al campo de la neurociencia educativa. Explora cómo se puede navegar por la interfaz de la neurociencia y la educación. Objetivo. Considerar el cerebro como la base del aprendizaje introduce una concepción más amplia y holística que la que transmite un enfoque centrado en la memoria y la cognición, una concepción que llama la atención sobre el contexto físico, emocional y social del aprendizaje. Temas de reflexión. Se esbozan algunos principios clave sobre el funcionamiento del cerebro y su relación con los principios de la enseñanza. Sin embargo, la neurociencia de la educación no debe verse como un intento de reducir la educación al individuo o a la biología; el niño individual está anidado en el contexto de la escuela, la familia, la sociedad y la cultura. La neurociencia educativa forma parte de la ciencia del aprendizaje y de un enfoque de la educación basado en pruebas. Se discute que el enfoque basado en evidencia puede requerir un replanteamiento de las estructuras nacionales y de la relación entre el gobierno, las escuelas y las universidades. En este contexto, la neurociencia educativa forma parte del ala de «investigación y desarrollo» de la educación, que participa en la generación de nuevos conocimientos e innovaciones. A modo de ejemplo, se expone un proyecto en el que se utilizaron los principios de la neurociencia para diseñar una nueva actividad en el aula destinada a apoyar el aprendizaje de conceptos contraintuitivos de ciencias y matemáticas en niños de primaria. Conclusiones. Se concluye que se debe proponer un nivel, en el que los profesores deban comprometerse con la neurociencia para informar mejor su práctica.

Palabras clave:

Encéfalo; Cognición; Aprendizaje; Niño; Educación

RESUMO

Introdução. Este artigo descreve a premissa principal subjacente ao campo da neurociência educacional. Explora-se como navegar na interface da neurociência e da educação. Objetivo. Considerar o cérebro como a base da aprendizagem introduz uma compreensão mais ampla e holística do que aquela transmitida por uma abordagem focada na memória e na cognição, uma concepção que chama a atenção para o contexto físico, emocional e social da aprendizagem. Tópicos para reflexão. Alguns princípios fundamentais sobre a função cerebral e sua relação com os princípios de ensino são apresentados. No entanto, a neurociência da educação não deve ser vista como uma tentativa de reduzir a educação ao indivíduo ou à biologia; a criança, individualmente, está inserida no contexto da escola, da família, da sociedade e da cultura. A neurociência educacional faz parte da ciência da aprendizagem e de uma abordagem educacional baseada em evidências. Argumenta-se que uma abordagem baseada em evidências pode exigir uma reformulação das estruturas nacionais e da relação entre governo, escolas e universidades. Nesse contexto, a neurociência educacional faz parte da ala de “pesquisa e desenvolvimento” da educação, que está envolvida na geração de novos conhecimentos e inovações. Como exemplo, é apresentado um projeto no qual os princípios da neurociência foram usados para elaborar uma nova atividade em sala de aula, destinada a apoiar a aprendizagem de conceitos contraintuitivos em ciências e matemática em crianças do ensino fundamental. Conclusões. Conclui-se que deve ser proposto um nível em que os professores se envolvam com a neurociência para melhor fundamentar sua prática.

Palavras-chave:

Encéfalo; Cognição; Aprendizagem; Criança; 2

Referencias: 17

Palabras clave: Brain; Cognition; Learning; Children; Education

2025-09-12   |   7 visitas   |   Evalua este artículo 0 valoraciones

Vol. 27 Núm.3. Diciembre-Marzo 2025 Pags. 251-257 MedUNAB 2025; 27(3)